quinta-feira, 23 de junho de 2011

JESUS CRISTO, HOMEM E DEUS : PROVAS DA SUA EXISTÊNCIA


Cientes de que não há falhas na Bíblia sobre os relatos da personalidade de Jesus, psicólogos baixam a cabeça diante da perfeição desse personagem na qual não foi encontrado brecha para uma discussão sobre a falsificação dos relatos sobre esse Grande Homem. Comprova-se então, que não há como a historia dos 4 primeiros livros Bíblicos do Novo Testamento que fala do Nazareno estar incorreta. Pois a este, não a vestígios de falha quanto à personalidade de Jesus, tudo esta em coesão e coerência desde o nascimento a sua partida aos céus.

Capacitado para responder essas e outras perguntas sobre a personalidade de Jesus de Nazaré, vista pelo prisma científico, o psiquiatra Augusto Jorge Cury estudou a fundo as reações do Mestre diante das mais diversas situações e lançou a coleção “Análise da Inteligência de Cristo”, dividida em “O Mestre dos Mestres”, “O Mestre da Sensibilidade”, “O Mestre da Vida”, “O Mestre do Amor” e “O Mestre Inesquecível”. Na série literária, o escritor, pós-graduado em Psicologia Social, com pesquisa na Espanha na área de Ciências da Educação, avalia a personalidade humana do personagem que dividiu a historia. A partir do momento em que começou a investigar a trajetória de Jesus, deixou de ser ateu e passou a ver um cristão apaixonado.
Segundo o Dr. Cury, desde o início de sua infância, Jesus tinha consciência do seu passado eterno e atemporal. Isso não é uma crença teológica, mas psicológica. Psicólogos da modernidade estudam crianças de 12 a 14 anos a partir de suas posições e estruturas de idéias, a fim de saber seu real propósito da alma sobre sua “Função na Vida”. Somente isso explica o porque que Jesus com apenas 12 anos de idade, deixado pra trás por seus pais carnais, não se atemorizou, mas com convicção e certeza falava aos mestres da lei sobre as escrituras com absoluta certeza dos manuscritos Judeus! Ao ponto de todos ficarem Maravilhados. Uma criança normalmente teria medo, se assustaria, choraria e correia a procura de seus parentes, mas ele não, ele olhou para aquele lugar e chamou “Casa de meu Pai”. Quem havia o ensinado assim? Todos sabiam que era um templo e nada mais. Com quem ele havia aprendido? já que aos seus pais, tal instrução não foi lhe dada? -Sim, de sua memória que excede os limites do tempo.
Cury explica que Jesus tinha aflições humanas quando suas experiências eram totalmente humanas, como cair, alcançar pessoas, ser repudiado, superar sua angústia no Getsêmani; mas tinha a certeza divina nas questões que envolviam sua natureza transcendental. Por isso, discorria sobre a superação da morte e sobre a eternidade com uma convicção que deixa perplexo até os mais racionais cientistas.

Assim iniciamos o Nosso tema de hoje:

É Realmente Difícil procurar vestígios de um Homem que não tinha morada fixa, casamento, filhos, trabalho remunerado ou qualquer outro rastro sedentário de Jesus Cristo! Mas este, que viveu 33 anos no meio do Mapa Mundi a mais de 2.000 anos atrás transformou o mundo de uma forma maior, em seus princípios e idéias, de forma que até a contagem dos anos foram transformadas a partir se sua existência. Não precisando ele de histórico gravado no arquivo de uma universidade, presidência ou até mesmo Família Real.

Por causa Desde, que trouxe a divindade a Terra, neste exato momento, mostrarei provas da existência do Trino Deus, não na Bíblia onde estão seus relatos e contos, mas na Ciência.

*Na História
Entre os mais importantes, está nos especialistas que dão a existência do Jesus histórico como certa. É o caso do historiador André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para quem “Jesus de Nazaré, judeu que viveu no século 1.º, na Galiléia, de fato existiu”.
Ele diz que foi possível chegar a essa conclusão, depois que surgiram, a partir dos anos 70, novas metodologias de análise de documentos da época de Jesus, como os Evangelhos.
Uma delas é chamada múltiplas confirmações. “Marcos e João, por exemplo, nunca se falaram ou trocaram informações entre si, e ambos não conviveram com Paulo”, explica. “Mas eles escreveram textos que contam uma história semelhante. Então o que dizem deve se referir a fatos que ocorreram.”
Outras fontes históricas além dos Evangelhos existem, que se trata da história de Jerusalém no período de Cristo , em que foi escrita por um historiador judeu, Flávio Josefo, que viveu entre os anos 37 e 95 d.C. Josefo, assim como os historiadores romanos Tácito (116 d.C.) e Suetônio (120 d.C.), menciona um personagem chamado Cristo, líder de uma rebelião e criador de uma seita, que teria sido morto pelos romanos.

*Arqueologia
De qualquer forma, muitas informações históricas a respeito dos relatos dos Evangelhos são confirmadas por achados arqueológicos recentes. Em 1962, arqueólogos encontraram uma inscrição comprovando Pôncio Pilatos, tido como o homem que condenou Jesus à morte, como governador da Judéia na época de Cristo. E nela também contém o nome do imperador Tibério em Cesárea Marítima, na época a capital da Judéia. Isso confirmou, pela primeira vez, a narrativa dos evangelhos bíblicos. Até então, jamais se havia provado que Pilatos havia existido.
“Trata-se da maior descoberta do século 20″, avalia. “E que foi estudada com maior zelo, por grandes especialistas das mais diversas procedências.”

Em 1968, em Jerusalém, foi encontrada pela primeira vez a prova de que a crucificação era mesmo um método de tortura e morte usado na época pelos romanos. Arqueólogos encontraram ossos perfurados por pregos de metal dentro de uma caverna da cidade sagrada dos cristãos.
Outro personagem bíblico cuja existência já foi provada é o sacerdote Caifás, o polêmico líder judeu que teria pressionado Pilatos a condenar Cristo à morte. Uma caixa de calcário usada para guardar ossadas foi identificada como o ossário de Caifás, depois de muitos exames. A caixa foi encontrado em 1990, quando operários construíam um parque nos arredores de Jerusalém e desenterraram o artefato. O ossário de Caifás continha os esqueletos de seis pessoas. Um deles, o de um homem de 60 anos, seria do sacerdote.

*Literatura e manuscritos do Império Antigo

Flávio Josefo (37-100 d.C.).
O historiador Josefo que viveu ainda no primeiro século, nascido em Jerusalém (nasceu no ano 37 ou 38, conheceu a primitiva comunidade cristã e, como pertencente à nobreza sacerdotal judaica, ocupou-se criticamente dos seguidores de Jesus. Também participou da guerra contra os romanos no ano 70, escreveu em seu livro Antiguidades Judaicas:

- “Foi naquele tempo (por ocasião da sublevação contra Pilatos que queria servir-se do tesouro do Templo para aduzir a Jerusalém a água de um manancial longínquo), que apareceu Jesus, homem sábio, se é que, falando dele, podemos usar este termo — homem. Pois ele fez coisas maravilhosas, e, para os que aceitam a verdade com prazer, foi um mestre. Atraiu a si muitos judeus, e também muitos gregos. Foi ele o Messias esperado; e quando Pilatos, por denúncia dos notáveis de nossa nação, o condenou a ser crucificado, os que antes o haviam amado durante a vida persistiram nesse amor, pois Ele lhes apareceu vivo de novo no terceiro dia, tal como haviam predito os divinos profetas, que tinham predito também outras coisas maravilhosas a respeito dele; e a espécie de gente que tira dele o nome de cristãos subsiste ainda em nossos dias”. (Flávio Josefo, História dos Hebreus, Antiguidades Judaicas, XVIII, III, 3 , ed. cit. p. 254). (1, pg. 311 e 3).

Tácito (56-120 d.C.)
Tácito, historiador romano, também fala de Jesus:
“Para destruir o boato (que o acusava do incêndio de Roma), Nero supôs culpados e infringiu tormentos requintadíssimos àqueles cujas abominações os faziam detestar, e a quem a multidão chamava cristãos. Este nome lhes vem de Cristo, que, sob o principado de Tibério, o procurador Pôncio Pilatos entregara ao suplício. Reprimida incontinenti, essa detestável superstição repontava de novo, não mais somente na Judéia, onde nascera o mal, mas anda em Roma, pra onde tudo quanto há de horroroso e de vergonhoso no mundo aflui e acha numerosa clientela” (Tácito, Anais , XV, 44 trad.) (1 pg. 311; 3)

Suetônio (69-122 d.C.)
Suetônio, na Vida dos Doze Césares, publicada nos anos 119-122, diz que o imperador Cláudio:
“expulsou os judeus de Roma, tornados sob o impulso de Chrestos, uma causa de desordem”; e, na vida de Nero, que sucedeu a Cláudio, acrescenta: “Os cristãos, espécie de gente dada a uma superstição nova e perigosa, foram destinados ao suplício” (Suetônio, Vida dos doze Césares, n. 25, apud Suma Católica contra os sem Deus, p. 256-257). (1 pg. 311; 3)

Plínio o Moço (61-114 d.C.)
Plínio, o moço, em carta ao imperador Trajano (Epist. lib. X, 96), nos anos 111 – 113, pede instrução a respeito dos cristãos, que se reuniam de manhã para cantar louvores a Cristo. (4, pg. 106).
Em sua carta explica: “É meu costume, meu senhor, referir a ti tudo aquilo acerca do qual tenho dúvidas… Nunca presenciei a julgamento contra os cristãos… Eles admitem que toda sua culpa ou erro consiste nisso: que usam se reunir num dia marcado antes da alvorada, para cantar hino a Cristo como Deus… Parecia-me um caso sobre o qual devo te consultar, sobretudo pelo número dos acusados… De fato, muitos de toda idade, condição e sexo, são chamados em juízo e o serão. O contágio desta superstição invadiu não somente as cidades, mas também o interior; parece-me que ainda se possa fazer alguma coisa para parar e corrigir… ” (Ep. X, 96).

Tertuliano (155-220 d.C.)
Escritor latino. Seus escritos constituem importantes documentos para a compreensão dos primeiros séculos do cristianismo.

Ele escreveu: “Portanto, naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo…”.

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